Pisa, descobriu a aplicação do movimento pendular na fabricação do relógio, do
que se aproveitou o holandês Christian Huygens para fabricar o primeiro relógio
de pêndulo.
A aplicação do pêndulo nos relógios fez reduzir o erro diário de 15 minutos
para cerca de 10 segundos. Este maquinismo foi aperfeiçoado por Peter Heinlein,
de Nuremberg, que substituiu o peso por uma cinta de aço que tinha a mesma
função, o que permitiu a redução do tamanho das máquinas até chegar ao relógio
de bolso. A invenção de Heinlein possibilitou um avanço na história da
relojoaria, sendo criadas novas patentes de excelentes mecanismos. A peça que
permitiu movimentar o ponteiro dos minutos foi chamada de "balancin",
responsável pelo tique-taque dos relógios. A patente do relógio de bolso só foi
registrada por Louis Recordon em 1780, em Londres. Os relógios foram
transformados em obras de arte nos séculos XVII e XVIII, os palácios e ricas
residências da Europa ostentavam ricos relógios de parede, de coluna e de mesa,
que além de marcar as horas serviam como objetos decorativos. No século XIX um
conde polonês de nome Antoine Patek juntou-se ao relojoeiro francês Adrien
Phillipe, criando uma marca de relógios que ficou famosa em todo o mundo:
Patek-Phillipe. Considerado o que havia de mais perfeito e preciso na indústria
da época, este relógio tinha clientes ilustres como a Rainha Vitória e o Czar
Nicolau II, da Rússia, entre outros nobres e abastados do mundo. Considerado uma
verdadeira inovação, em 1842 a fábrica do Patek-Fellipe criou o mecanismo sem
chave para dar corda.
Relógio de parede marca Junghans modelo Hora cheia e Meia hora,reparado e a trabalhar em prefeitas condições, a precisão faz inveja a muitas máquinas atuais.
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